Open happiness
Eu triste sou calada. Eu brava sou estúpida. Eu lúcida sou chata. Eu gata sou esperta. Eu cega sou vidente. Eu carente sou insana. Eu malandra sou fresca. Eu seca sou vazia. Eu fria sou distante. Eu quente sou safada. Eu jovem sou donzela. Eu bela sou fútil. Eu útil sou boa. Eu à toa sou tua.


Following:


Daniel Radcliffe filming a scene on the set of the Kill your Darlings


“Para hoje, uma música animada e uma bebida gelada. Algumas pessoas divertidas - não muito metidas. Para hoje, algumas pessoas simpáticas e que se preocupem com você. Uma festa, onde a comida seja boa e a música melhor ainda. Para hoje, um dia animado e sem preocupações com o meio externo. Para hoje, mais amor próprio e menos infelicidade. Mais felicidade e compreensão. Mais dedos do meio e menos lágrimas. Para hoje, começar uma vida nova, onde a felicidade esteja em primeiro lugar. Independentemente se o sol está tapado ou não… Ainda é dia, e você não está totalmente cego; sua visão não está totalmente embaçada. Independente da perda da lua… As estrelas ainda irão iluminar o céu. Independentemente da tristeza… A felicidade irá aparecer! Independentemente da música, dance! O que importa é dançar e se animar. O que importar é curtir o momento. Viva hoje, e não daqui 2 anos.”

Aluga-se Felicidade (via aluguefelicidade)


“Para hoje, uma música animada e uma bebida gelada. Algumas pessoas divertidas - não muito metidas. Para hoje, algumas pessoas simpáticas e que se preocupem com você. Uma festa, onde a comida seja boa e a música melhor ainda. Para hoje, um dia animado e sem preocupações com o meio externo. Para hoje, mais amor próprio e menos infelicidade. Mais felicidade e compreensão. Mais dedos do meio e menos lágrimas. Para hoje, começar uma vida nova, onde a felicidade esteja em primeiro lugar. Independentemente se o sol está tapado ou não… Ainda é dia, e você não está totalmente cego; sua visão não está totalmente embaçada. Independente da perda da lua… As estrelas ainda irão iluminar o céu. Independentemente da tristeza… A felicidade irá aparecer! Independentemente da música, dance! O que importa é dançar e se animar. O que importar é curtir o momento. Viva hoje, e não daqui 2 anos.”

Aluga-se Felicidade (via aluguefelicidade)


“E se o amor vem de dentro
Que viremos do avesso, então!”

Carolina Cure (via imaterializar)




É impossível esquecer depois de tudo.

É impossível esquecer depois de tudo.



Lembro como se fosse ontem quando assisti o primeiro filme, pela primeira vez. Foi no dia 5 de dezembro de 2004, no sbt, às 20:30 da noite. Eu lembro dos comerciais que passaram durante toda a semana para o filme, que seria exibido no domingo. Lembro com clareza da voz do locutor ao anunciar o título do filme: “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Eu pertencia a uma igreja evangélica, na época. Uma igreja muito tradicional. E por conta disso, nunca li algum livro e nem vi filme algum. Um colega da escola já era fascinado pela saga, e eu nunca o compreendi — hoje o compreendo, muito bem. Eu sabia que ele tinha já alguns livros e fitas em VHS, assim como bonecos miniatura e até uma veste tradicional dos alunos de Hogwarts. Suas atitudes instigavam minha curiosidade, mas sempre me continha em razão dos dogmas religiosos da denominação que frequentava. Lembro que não fui à igreja esse dia, tão somente para poder assistir ao filme e acabar com minha curiosidade. Jantei antes do filme, para nada distrair minha atenção. Quando eu vi a coruja sobre a placa de “privet drive” e a música começou a tocar, bem de mansinho, eu senti um arrepio no pescoço que até hoje nunca senti igual, em toda a minha vida. Quando vi Dumbledore usar o desiluminador nas luzes dos postes que iluminavam a rua, meus olhos se abriram com mais força. E, quando a sobra do felino deu lugar à professora McGonagall, meu coração bateu mais rápido. E um sorriso diferente, espantado, se abriu no meu rosto, quando vi Hagrid cruzar o céu em direção ao chão na moto voadora de Sirius, trazendo consigo o bebê Harry Potter, com uma ferida em forma de raio na testa. Eu sabia que alguma coisa grande começara em mim. Uma sensação desconhecida, diferente, emocionante e espetacular. Fiquei indignado com a maneira com que o tratavam em casa. Achei engraçado ele libertando a enorme serpente no zoológico, e assustando seu primo Duda. Inconformado por nunca lhe contarem sobre sua verdadeira identidade, por esconderem seu passado e por tentarem impedi-lo de conhecer e estudar em Hogwarts. As conversas com Hagrid pelo beco diagonal foram tão esclarecedoras para Harry quanto para mim mesmo. Me encantei com Edwiges, a coruja que ganhou de presente de aniversário, enquanto comprava sua varinha. A varinha que ainda renderia tanta história. Fiquei fascinado pela personalidade e simpatia de seu primeiro amigo, Rony Weasley, que conhecera no trem em direção à Escola. Assim como a preocupada e sistemática Hermione Granger. Quando chegaram, finalmente, em Hogwarts, percebi que os perigos não demorariam muito a aparecer e estariam mais perto que imaginavam. Sim, me refiro ao jovem Draco Malfoy. Mas assim como os perigos, as brincadeiras e risadas não iriam faltar com amigos como o Neville Longbottom, que perdera o sapo nos primeiros instantes dentro do Castelo. Enfim, apresenta-se novamente o ilustre professor Dumbledore, sentado à grande mesa. Os alunos sendo selecionados para suas casas me chaou bastante a atenção, mais ainda quando o Harry insistiu em ser mandado para a Grifinória. O banquete, os olhares para o professor Snape, os fantasmas e a primeira noite no Castelo. Esses poucos instantes que passei em frente à televisão foram mais que suficientes para me tornar um fascinado na saga que já fazia parte da vida de milhares de adolescentes ao redor do mundo todo. Desse dia em diante, fui incapaz de continuar um só dia sem mencionar sobre meus três novos amigos aos demais. Harry, Rony e Hermione já faziam parte do meu cotidiano, do meu vocabulário, da minha vida. Não pensava mais em outra coisa. Pesquisava na internet, pegava informações com algumas pessoas, alugava os dois filmes que estavam à disposição na locadora e os revia. Todo final de semana. Assitia de novo, e de novo. Não me cansava. Não enjoava. Os anos foram passando, mais filmes vieram, e mais ainda minha curiosidade crescia em relação ao final. Queria saber do destino de Voldemort, e de seus Comensais da Morte. Queria saber quem venceria, quem deveria morrer. Quem era o mais forte. Mas, antes de qualquer final, Harry Potter me ensinou muitas lições que vou levar comigo por toda a minha vida. Aprendi coisas que jamais aprendi com amigos, família, igreja nem em outro lugar. Aprendi que posso fazer qualquer coisa, se tiver com meus amigos do meu lado. Aprendi que o amor pode salvar vidas. Aprendi que coragem é para poucos. Aprendi que são nossas escolhas que demonstram quem nós somos de verdade, muito mais que as nossas qualidades. Descobri que a verdade é uma coisa bela e terrível, e que por isso deve ser tratada com grande cautela. Me ensinaram que é preciso coragem para enfrentar os inimigos, e ainda mais coragem para enfrentar os amigos. Descobri que aqueles que nos amam nunca nos deixam de verdade, pois podemos encontrá-los sempre em nossos corações. Aprendi que é importante decidir entre o que é certo e o que é fácil. Mas acima de qualquer coisa, eu aprendi que não vale a pena a gente insistir nos sonhos, e se esquecer de viver. Isso eu aprendi. Minha curiosidade me levou a ler os livros, que só fui conhecer recentemente. Minha curiosidade estava me matando, e mesmo agora, após ler o livro das Relíquias da Morte, eu ainda espero pelo final. É estranho, é confuso, é amedrontador. É uma fase da minha vida que está se acabando. Uma parte de mim vai morrer também. Os filmes vão continuar, e eu ainda vou assisti-los por toda a minha vida, mas é triste saber que acabou, e ficaram apenas as lembranças. Quem estiver lendo isso pode achar que é bobagem, mas eu estou escrevendo esse texto com lágrimas nos olhos, e nem quero imaginar como vai ser quando Harry estiver embarcado seu filho do Expresso de Hogwarts, e acenar para Draco, ambos adultos. Não quero nem pensar em quando os créditos finais começarem a subir pela tela do cinema. Sinceramente e sem exagero, eu não sei em que vou basear minha vida depois disso. Após todos esses anos, que eu passei esperando esse final, agora eu quero que ele demore. Não o quero mais tão perto, como está agora. Tenho medo do que vai acontecer, e do que eu vou fazer a respeito. Mas eu não tenho um vira-tempo, então o que posso fazer é aceitar, e sorrir. Foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida. Acho que nada mais poderá influenciar tanto em minha personalidade. Mais que filmes e livros, Harry Potter é um exemplo de vida. É o exemplo que eu tomei para a minha vida. Obrigado, J.K. Rowling. 

Lembro como se fosse ontem quando assisti o primeiro filme, pela primeira vez. Foi no dia 5 de dezembro de 2004, no sbt, às 20:30 da noite. Eu lembro dos comerciais que passaram durante toda a semana para o filme, que seria exibido no domingo. Lembro com clareza da voz do locutor ao anunciar o título do filme: “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Eu pertencia a uma igreja evangélica, na época. Uma igreja muito tradicional. E por conta disso, nunca li algum livro e nem vi filme algum. Um colega da escola já era fascinado pela saga, e eu nunca o compreendi — hoje o compreendo, muito bem. Eu sabia que ele tinha já alguns livros e fitas em VHS, assim como bonecos miniatura e até uma veste tradicional dos alunos de Hogwarts. Suas atitudes instigavam minha curiosidade, mas sempre me continha em razão dos dogmas religiosos da denominação que frequentava. Lembro que não fui à igreja esse dia, tão somente para poder assistir ao filme e acabar com minha curiosidade. Jantei antes do filme, para nada distrair minha atenção. Quando eu vi a coruja sobre a placa de “privet drive” e a música começou a tocar, bem de mansinho, eu senti um arrepio no pescoço que até hoje nunca senti igual, em toda a minha vida. Quando vi Dumbledore usar o desiluminador nas luzes dos postes que iluminavam a rua, meus olhos se abriram com mais força. E, quando a sobra do felino deu lugar à professora McGonagall, meu coração bateu mais rápido. E um sorriso diferente, espantado, se abriu no meu rosto, quando vi Hagrid cruzar o céu em direção ao chão na moto voadora de Sirius, trazendo consigo o bebê Harry Potter, com uma ferida em forma de raio na testa. Eu sabia que alguma coisa grande começara em mim. Uma sensação desconhecida, diferente, emocionante e espetacular. Fiquei indignado com a maneira com que o tratavam em casa. Achei engraçado ele libertando a enorme serpente no zoológico, e assustando seu primo Duda. Inconformado por nunca lhe contarem sobre sua verdadeira identidade, por esconderem seu passado e por tentarem impedi-lo de conhecer e estudar em Hogwarts. As conversas com Hagrid pelo beco diagonal foram tão esclarecedoras para Harry quanto para mim mesmo. Me encantei com Edwiges, a coruja que ganhou de presente de aniversário, enquanto comprava sua varinha. A varinha que ainda renderia tanta história. Fiquei fascinado pela personalidade e simpatia de seu primeiro amigo, Rony Weasley, que conhecera no trem em direção à Escola. Assim como a preocupada e sistemática Hermione Granger. Quando chegaram, finalmente, em Hogwarts, percebi que os perigos não demorariam muito a aparecer e estariam mais perto que imaginavam. Sim, me refiro ao jovem Draco Malfoy. Mas assim como os perigos, as brincadeiras e risadas não iriam faltar com amigos como o Neville Longbottom, que perdera o sapo nos primeiros instantes dentro do Castelo. Enfim, apresenta-se novamente o ilustre professor Dumbledore, sentado à grande mesa. Os alunos sendo selecionados para suas casas me chaou bastante a atenção, mais ainda quando o Harry insistiu em ser mandado para a Grifinória. O banquete, os olhares para o professor Snape, os fantasmas e a primeira noite no Castelo. Esses poucos instantes que passei em frente à televisão foram mais que suficientes para me tornar um fascinado na saga que já fazia parte da vida de milhares de adolescentes ao redor do mundo todo. Desse dia em diante, fui incapaz de continuar um só dia sem mencionar sobre meus três novos amigos aos demais. Harry, Rony e Hermione já faziam parte do meu cotidiano, do meu vocabulário, da minha vida. Não pensava mais em outra coisa. Pesquisava na internet, pegava informações com algumas pessoas, alugava os dois filmes que estavam à disposição na locadora e os revia. Todo final de semana. Assitia de novo, e de novo. Não me cansava. Não enjoava. Os anos foram passando, mais filmes vieram, e mais ainda minha curiosidade crescia em relação ao final. Queria saber do destino de Voldemort, e de seus Comensais da Morte. Queria saber quem venceria, quem deveria morrer. Quem era o mais forte. Mas, antes de qualquer final, Harry Potter me ensinou muitas lições que vou levar comigo por toda a minha vida. Aprendi coisas que jamais aprendi com amigos, família, igreja nem em outro lugar. Aprendi que posso fazer qualquer coisa, se tiver com meus amigos do meu lado. Aprendi que o amor pode salvar vidas. Aprendi que coragem é para poucos. Aprendi que são nossas escolhas que demonstram quem nós somos de verdade, muito mais que as nossas qualidades. Descobri que a verdade é uma coisa bela e terrível, e que por isso deve ser tratada com grande cautela. Me ensinaram que é preciso coragem para enfrentar os inimigos, e ainda mais coragem para enfrentar os amigos. Descobri que aqueles que nos amam nunca nos deixam de verdade, pois podemos encontrá-los sempre em nossos corações. Aprendi que é importante decidir entre o que é certo e o que é fácil. Mas acima de qualquer coisa, eu aprendi que não vale a pena a gente insistir nos sonhos, e se esquecer de viver. Isso eu aprendi. Minha curiosidade me levou a ler os livros, que só fui conhecer recentemente. Minha curiosidade estava me matando, e mesmo agora, após ler o livro das Relíquias da Morte, eu ainda espero pelo final. É estranho, é confuso, é amedrontador. É uma fase da minha vida que está se acabando. Uma parte de mim vai morrer também. Os filmes vão continuar, e eu ainda vou assisti-los por toda a minha vida, mas é triste saber que acabou, e ficaram apenas as lembranças. Quem estiver lendo isso pode achar que é bobagem, mas eu estou escrevendo esse texto com lágrimas nos olhos, e nem quero imaginar como vai ser quando Harry estiver embarcado seu filho do Expresso de Hogwarts, e acenar para Draco, ambos adultos. Não quero nem pensar em quando os créditos finais começarem a subir pela tela do cinema. Sinceramente e sem exagero, eu não sei em que vou basear minha vida depois disso. Após todos esses anos, que eu passei esperando esse final, agora eu quero que ele demore. Não o quero mais tão perto, como está agora. Tenho medo do que vai acontecer, e do que eu vou fazer a respeito. Mas eu não tenho um vira-tempo, então o que posso fazer é aceitar, e sorrir. Foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida. Acho que nada mais poderá influenciar tanto em minha personalidade. Mais que filmes e livros, Harry Potter é um exemplo de vida. É o exemplo que eu tomei para a minha vida. Obrigado, J.K. Rowling. 




Mostre pra todo mundo que você é capaz.
(Katy Perry)


Mostre pra todo mundo que você é capaz.

(Katy Perry)







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